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Torre de Babel
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Eu estou tentando não
surtar.
De fato, tentando não demonstrar nada.
Ate mesmo fingindo - e cá entre nós, muito bem-.
Mas não to mais conseguindo.
É muita informação. É muito para transbordar.
É muita confusão. É muito para esconder.
Sensação de abandono, engano.
Mesclas de puro desconforto e verdadeiro assalto.
Incompreensão.
E nessa equação toda, a tentativa de tentar decidir:
_ Fazer como sempre fiz, aguentar e colocar meus sentimentos, minhas emoções de lado em prol de um bem estar alheio;
ou;
_ Pela primeira vez, me livrar das amarras, do medo de magoar e incomodar ao invés de ao contrario; e deliberadamente demonstrar sem ressalvas, me permitir ser sincero, doa a quem doer e gritar: "Dessa vez quem virá primeiro, sou eu”
Por que de tudo tanto de todos tantos e de tudo que já passou e passa, eu adquiri dois dons:
O de ser o mais compreensível, e ter a característica de resvalar.
Mas também o oposto, o de ser aquele dos poucos capaz de desestabilizar como nenhum outro certezas e vontades.
Sentir que tudo depende de você é duro.
E por mais que saiba que a palavra chave aqui é: tempo e espera; a idade e aquele tudo tanto de tanto tudo já não permite mais conseguir leva-las a serio. Já as levei no colo demais...
E pela primeira vez, eu já não sei se posso, quero e devo, permanecer sendo o alicerce ao invés do trator.
É que; e se já chegou a hora de deixar a Torre de Babel cair?
De fato, tentando não demonstrar nada.
Ate mesmo fingindo - e cá entre nós, muito bem-.
Mas não to mais conseguindo.
É muita informação. É muito para transbordar.
É muita confusão. É muito para esconder.
Sensação de abandono, engano.
Mesclas de puro desconforto e verdadeiro assalto.
Incompreensão.
E nessa equação toda, a tentativa de tentar decidir:
_ Fazer como sempre fiz, aguentar e colocar meus sentimentos, minhas emoções de lado em prol de um bem estar alheio;
ou;
_ Pela primeira vez, me livrar das amarras, do medo de magoar e incomodar ao invés de ao contrario; e deliberadamente demonstrar sem ressalvas, me permitir ser sincero, doa a quem doer e gritar: "Dessa vez quem virá primeiro, sou eu”
Por que de tudo tanto de todos tantos e de tudo que já passou e passa, eu adquiri dois dons:
O de ser o mais compreensível, e ter a característica de resvalar.
Mas também o oposto, o de ser aquele dos poucos capaz de desestabilizar como nenhum outro certezas e vontades.
Sentir que tudo depende de você é duro.
E por mais que saiba que a palavra chave aqui é: tempo e espera; a idade e aquele tudo tanto de tanto tudo já não permite mais conseguir leva-las a serio. Já as levei no colo demais...
E pela primeira vez, eu já não sei se posso, quero e devo, permanecer sendo o alicerce ao invés do trator.
É que; e se já chegou a hora de deixar a Torre de Babel cair?


