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"É sempre mais escuro antes do amanhecer" Como você suporta tudo isso? Como você consegue permanecer de queixo erguido? ...

...antes do amanhecer


"É sempre mais escuro antes do amanhecer"

Como você suporta tudo isso?
Como você consegue permanecer de queixo erguido?
Como? Como suporta?
Gerações e gerações formadas, gerações de guerra e gerações de espadas,
Armas de fogo, foguetes e bombas
Facas e sangue... Talvez doa mais...
Como? Como você suporta?
O peso de antes talvez possa ser mais pesado que o de agora?
Como? Como você suporta?
Não é mais a pele que sangra são os olhos...
Fingir que nada acontece fingir que já não se importa
Sorrir em meio a dor e lagrimas
Sorrir diante da pior piada...
Como? Como você suporta?
Estar ali diante de punhos fechados... Estar preparado para o abraço
O carinho, a amizade, o afago... Como?
Como você pode suportar?
Calado, pensativo, travado, sozinho, resignado,
Como pode aguentar e fingir estar sedado...
Como você suporta?
A língua enrolada, a bussola quebrada,
Respirar 20 vezes antes de abrir os olhos
e pedir - a quem nem mesmo sabe se existe - por calma..
Querendo que o tempo pare...
Querendo sumir e adiantar o filme para ver o fim
Como você suporta?
Sem rezar e pedindo baixinho... Gritando sem voz com um pano na boca
Horas no banho para a água salgado se misturar a quente na água doce corrente
Se enganando com sabores, doces e gorduras.
Bebidas cigarros e loucuras
Como você suporta?
O peso é de uma folha de papel - alguém dirá
Mas o papel corta e faz sangrar...
Como? Como você suporta?
A minha cruz não foi feita pra ti
Ela é o meu karma, a minha fraqueza, mesmo que a sua seja mil vezes maior,
A minha em mim não tem medidas...
Como? Como você aguenta?
O reflexo partido, a cola que não junta...
As mãos em contato com o arrepio da pele
Como? Como você suporta?
Um pedido de ajuda sem realmente querer...
Uma conversa contata sem realmente resolver
Como? Como você aguenta?
Amar sem poder contar, fingir não se importar e sentir falta ao procurar e não achar
Espera vã por milagres e uvas no balde de água sem realmente acreditar
Esperando parar, para poder tentar encontrar
Como? Como você suporta?
Risos mascarando lagrimas e a certeza de que
É sempre mais escuro antes de amanhecer...
Como? Como você suporta?
Como? Como você aguenta?
Como, como você suporta descobrir que isso é chorar de verdade?
Como... Me diga como... Como você suporta?
Como? Como você aguenta, sentir viver fora de você?
Como? Como? Me diga! Como?

Reconstruindo muralhas a tempos derrubadas.  Nas amuradas de sensações o meu gozo maior não são fluidos, gostos, gestos ou cheiros, ...

Lusco sem Fusco



Reconstruindo muralhas a tempos derrubadas. 
Nas amuradas de sensações o meu gozo maior não são fluidos, gostos, gestos ou cheiros, nem mesmo sensações... São o todo em sua imperfeita sinfonia de um ouvido só. 
O todo absoluto e obsoleto. O todo da carne suja e fétida nos dentes brancos feito pelas clinicas. O todo das roupas confeccionadas pelas mãos sujas e mofadas de inocência e pena. O todo da cor, e dos bolsos remendados pelos jornais, pela tela gigante de vidro e LCD. O todo blasé o todo maquiado e estancado de cernes e cernes de infantarias europeias. O todo do erro. O todo do voto. O todo da calamidade nas ruas com botes e peixes mortos. O todo que fede. O todo da náusea, do sexo, do pedaço de fibra que rompe na calada da noite, na cama ou no amanhecer do dia nos coletivos lotados de ar rarefeito.
Meu gozo de morte, não o gozo de vida. Aquele gozo sem textura que antecede a partida depressiva. Aquele gozo fusco sem lusco que não vem da calça, vem do boné, dos cabelos, da nuca, da boca, da garganta seca entalada com murmúrios e gritos impossíveis.
São esses ritos que me importam são esses ritos que me enjooam e que me fazem a cada dia cometer o incestuoso pecado da cruz. O pecado de pensar. O pecado de virar as costas ao papel pintado com timbras e escolher matar cada desgraça pulsante que aparece no caminho. Cada sarjeta esburacada que afunda o salto do sapato.
Cada segundo de tesão interrompido. 
Reconstruo amuradas...
Te faço Berlim e revoluciono o capitalismo interno em minhas faces hippes sem sentido político ou geográfico algum.
E nessa constante, paralisante me torno seu ego composto de formulas adjacente.
E são nesses pontos que só eu sei lidar e reconhecer, em cada resquício desse cimento bolorento que une cada tijolo amarelo de passado e presente sem futuros, que esta a tão chamada esperança e mudança, que os barbudos sábios disseram bêbados de ervas em suas dunas platônicas.
E mesmo com a obra terminada, firme e feita... Só sei o que Shakespeare falou: "nada sei". 
E assim sei que sei tudo. 
Tudo que não me serve tudo que me aborta. Tudo... Igual aquele Todo... O todo que me esmaga, que me engole, que me regurgita e me mastiga e cospe. Que me afoga que me queima que corrompe. Que me torna o erro no acerto de mãos lisas.
Homem bolha. Sem inicio, meio ou fim, transparente, mas nada puro. Frágil, intocável, de veneno ao contato com o mundo explode e some.
Poderiam me fazer grafite ao invés de pinche que gruda... Assim bastaria ao invés de um mudo suicídio nulo, uma borracha para apagar o que foi o que há e o que poderia vir a escapar...
... Ah! Sou apenas mais um. Sou.
Quanta besteira... Falando sozinho nos gemidos do mundo...

Me olho no espelho e o que surge refletido são sombras Sombras de um guardião sem trancas para guardar ou proteger O que vejo são e...

No Espelho



Me olho no espelho e o que surge refletido são sombras
Sombras de um guardião sem trancas para guardar ou proteger
O que vejo são ecos sem repetição
Só de idas, buscando ouvidos forjados
De desejos, lutas e prazer...


Me vejo a encarar tudo - as paredes, às costas e a mim mesmo
Ora em sorrisos, ora em desespero
Me olho nos olhos e vejo Deus
Me olho nos olhos e vejo o Demônio
Me olho nos olhos e por instantes pisco você
Você que me consome e tenta me fazer encerrar
Você que me encontra e quer escapar
Você que me chama, me erra e acerta
Você que sonha comigo e me faz pesadelo
Você que me faz de duvidas
Enquanto a mim só se faz certezas


Me olho no espelho.... E sobre o vidro
O único reflexo que me falta: A Sua Falta
A falta de você
Você que me completa
Você que me enxerga e me reflete
Você que ainda não esta em mim...



É respirar seu ar... Tantas voltas, tantos passos. Constantemente me coloco a pensar em quanto tempo gastei refletindo e justame...

E pelos caminhos... Sentindo...




É respirar seu ar...

Tantas voltas, tantos passos. Constantemente me coloco a pensar em quanto tempo gastei refletindo e justamente pensando.
São minhas certezas que se tornam erros e duvidas em um milésimo de segundo, de uma musica, de um trecho de algum livro e no momento seguinte torna-se plano, sonho e desejo real novamente.
São bolinhas de sabão de vendedores nas ruas que trazem a tona lembranças, são sensações de sonhos proibidos e cheiros... Detalhes de uma noite, de uma cama, de uma grama, de um banco de praça, de ratos, funk’s e cartas escritas e recebidas, de emails lidos com lagrimas e hoje relidos com sorrisos vãos e sem sentido.
Ainda hoje depois de meses, anos e vidas inteiras que construi, e que nos permitimos viver, ainda penso em episódios na nossa novela.
Comecei nova fase, em que núcleos se misturam, um carrega o outro, me distanciando de tudo aquilo que me remete a uma vida mumificada e me entregando a novas possibilidades com gestos velhos onde tudo parece se repetir de novo.
Mas claro que não de novo de fato, de velho, mas com novas faces e roteiros carregados de passagens antigas.

Sou o mesmo garoto que se tornou homem tarde demais, que tem a face de criança com tantos problemas adolescentes que se perde em meio os punhos e corpo, dormindo feito feto e a velhice de cansar apenas por pensar no que há, no que vai vir.
Sou o mesmo garoto-homem que tem medo de baratas voadoras pela inconstância de seus movimentos, que morre de incompatibilidade orgânica de lesmas sem sentido e que possui intensidades internas desprovidas das externas.
Sou o mesmo que anda e observa cada passo, o calçado, a textura do chão e o trajeto inteiro antes de se permitir correr.
Sou o mesmo garoto-homem que escreve com a alma sempre que ela resolve dançar ritmos proibidos e que só se sente seguro dentro do próprio casulo.
O mesmo garoto que filtra e escolhe o que ler ouvir e decidir, mesmo que absorva tudo e na maioria das vezes acumule tanto, que quando transborda o barulho é mínimo mas totalmente destruidor.
Sou o menino-garoto que vê na noite possibilidades infinitas, que sente-se o vilão do mundo e o protagonista de uma bíblia sem orações ou redenções em vela e fogo.
O mesmo homem-ancião que tem medo de se declarar, medo de se entregar, medos e tantas facetas de coragem inversas que nem mesmo o melhor analista conseguiria decifrar.
Sou o ciúme e a raiva, a passividade e o guerreiro em horas tão vagas que em 60 segundos posso ser o diabo e o peregrino, o salvador e o seu assassino.
Sou o que indiretamente sempre é tão reto, bastando àqueles a quem entrego a régua saber medir e decifrar entre cada silaba falada e cada frase digitada ou escrita...
Há muito tempo amei quem não me amou, não da forma que eu precisava... E feito “Zerar e Recomeçar” de um nexo zero, nos afastamos com choro e todos os pregos da cruz....
Trios e quádruplos... Um amando, aquele que amava outro de um passado...
E hoje talvez eu esteja amando de novo...
Amor? Paixão? Há diferença aqui? Talvez...
Mas a escolha e a posição parece ser a mesma... Com uma única exceção:
Ainda não tirei a armadura, o casco do caranguejo como antes... Mesmo que os sonhos, os planos, o salivar e os arrepios nas madrugadas e no silencio das noites não dormidas e aflitas sejam as mesmas...

Continuo sem saber como falar o que sei magnificamente digitar... Continuo preferindo escrever cartas sinceras do que soltar sons de uma garganta que muitas vezes falha...
O ano começou cheio de vontades e anseios e mais uma vez tudo parece disparar de uma vez só em caos e apocalipses iminentes...
Continuo na mesma calmaria... Mas a tempestade parece que ta chegando e eu ainda não sei se devo me esconder e esperar ela passar, se devo ficar, abrir um guarda chuva e chorar, se devo correr e procurar um outro lugar, tentando adiar sua chegada, ou se devo me virar e correr de encontro a ela... Pronto para me encharcar e enfrenta-la seja La o que ela for e com que força ela resolva me atingir...
Mais uma vez, mais perguntas do que respostas... Onde só confirmo a cada post:
Nasci para sentir; seja bom ou ruim, fácil ou difícil, lamentável ou memorável, triste ou alegre... Eu nasci definitivamente pra sentir...

E ainda sinto...

A vida resolveu se resumir em consumo... Feito folhas de um caderno antigo, ela tem me absorvido e usado de todas as maneiras possíveis....

São Tantas Voltas Nesses Corredores...


A vida resolveu se resumir em consumo...
Feito folhas de um caderno antigo, ela tem me absorvido e usado de todas as maneiras possíveis.
São sorrisos e bocas tortas de puro charme,
São chatices irritantes que só me fazem querer mais e esperar...
São medos bobos e ciúmes passageiros que arrancam risadas
São conversas adultas de problemas, mas ao mesmo tempo de extremas somas e necessárias.
São filmes vistos de forma mais leve, são questionamentos amplos.
São visões de mundo que pareciam cerrados sem chave, com cimento e cola.
Quando dou por mim, percebo que tudo ao meu redor esta me consumindo, são as horas, os pensamentos, os planos, os momentos... Em que cada hora vira dias, em que o lar se faz presente em carne e osso e sensação e não mais em 4 paredes...
Em que o álcool já não sustenta mais, e deu lugar a comidas, conversas, viagens, passeios e danças...
São aprendizados que consomem minha atenção
São passos que consomem a antiga dor do passado que já não existe mais nesse presente e nem mesmo consegue se fazer ouvir ali no que o futuro promete
São cartas queimadas e fotos apagadas... Para novas ocuparem seu lugar
São sonhos e pesadelos estacionados e uma percepção a mais do que é ser, estar e alcançar.. do que é querer e poder, querer e fazer, esperar e buscar...
São textos jamais apagados e musicas ouvida repetidamente só para lembrar que não há nada mais alem de paz.. Aquela do barco parado no meio do oceano afundando nos ensinando a nadar e a ver as belezas do fundo do mar...
Sim ando pensando mais... Sim ando cauteloso de mais...
E sim, ando adulto demais...
Aprendi a lidar com as responsabilidades de forma leve.. Sem novela mexicana, mesmo não querendo perder nenhum capitulo da “catadora de lixo”...
O sorriso e a leveza me levam e se tornam o melhor peso, que decidi carregar...
Hoje sou, eu por eu, eu por todos, mas sempre lembrando que é o EU que vem antes na equação...
Sou um homem de fases e isso sempre soube e sempre aceitei... Talvez seja mais uma delas...
Mas como todas as outras que já vieram e foram embora, esta com certeza ficara aqui... Por bastante tempo.. Porque  eu quero.. E esta sendo assim...

 Só nós sabemos o que passamos, só nós sabemos o que nos uni e nos faz permanecer na mesma "família" mesma cruz carregada... So ...

HappyBDay Tom ♥


 Só nós sabemos o que passamos, só nós sabemos o que nos uni e nos faz permanecer na mesma "família" mesma cruz carregada...
So nós sabemos o que se passou e o quão importante foi...
É a pessoa que admiro, que respeito não só pela coragem, e por não ter medo de lutar e dar a cara ao tapa, mas pela gana, e garra e sensibilidade de Homem -menino que enfrentou dores e sombras e mesmo assim permanece, de cabeça erguida enfrentando e se dando a chance de um recomeço, com quem merece o ter.
é aquele a quem busco ajuda, conselhos e risadas... é aquele que escolhi adotar e me permitir ser adotado, é aquele que brigo mesmo e que apoio quando acho que devo estar lá.
é acima de tudo um guerreiro-amante da vida-companheiro..
é aquele a que por dias chorei nos ombros e que também amparei
é aquele ácido, de opniões tão pessoais que as vezes dá vontade de socar, mas no fim, acabamos apenas rindo e querendo abraçar
é aquele que não esconde, mas as vezes se esconde dentro de si mesmo
é aquele que é pai, irmão, tio, tia, marido e patrão, é aquele que tem acima de tudo um enorme coração...
é o que me ensinou a dançar tal qual as bailarinas de Tv hehe
é aquele ao qual não consigo mais me imaginar sem ele viver...
é minha tia de vida, que me faz feliz e conforta apenas por me permitir estar caminhando próximo a seu caminho...
Feliz Aniversario TIA !!!!

Nada pra fazer, então resolvi fazer Top List de Filmes. Nada Pseudo não... Daquelas desnecessárias mesmo, de preferencia pessoal, que nada ...

Top List's Movies

Nada pra fazer, então resolvi fazer Top List de Filmes.
Nada Pseudo não... Daquelas desnecessárias mesmo, de preferencia pessoal, que nada tem haver com qualidade.. e sim com sensações.


Filmes De Fazer tremer/ter sustos ou se aterrorizar:




  • O Exorcista
Talvez o filme mais assustador da historia do cinema ate hoje.
Basicamente o enredo é sobre a descoberta de objeto, no porão de uma casa, por uma menina. 
depois disso ela começa a demonstrar comportamentos estranhos e sua mãe começa a desconfiar de uma possível possessão demoníaca.
O problema é que a menina não dá sinais de que esta possuída por um demônio, mais sim pelo próprio diabo.
A atuação de Linda Blair, no papel da jovem menina Regan, é de tirar o folego, a maquiagem do filme todo os efeitos especias e visuais para a época em que ele foi filmado surpreende ate hoje, pelos cuidados nos detalhes e pelo clima criado ali, de tensão. Por que ele não explora sustos, gritos e nem mesmo o que hj é habitualmente visto - o som alto, a trilha demasiada pesada- ele aposta justamente nos medos internos, na tensão do: "e se acontecer comigo, na calada da noite? sem ninguém perceber, sem ter nenhuma defesa? é possível? é psicológico. é assustador.. e nem mesmo a parodia do Todo mundo em panico conseguiu ainda tirar o mérito de O Exorcista. 
  • O Exorcismo de Emilly Rose
Jovem nerd, de boa família e simples, consegue entrar numa renomada faculdade. Assim que chega lá, seu comportamento muda. Uns acham que é a pressão dos estudos, outros que ela esta a beira da loucura. Mas sempre que o relógio marca 3 horas da madrugada e pára, algo estranho acontece: sombras, barulhos, visões...
O tempo passa e os eventos sobrenaturais aumentam, ate que se descobre: ela esta possuída, não por um, mas por seis demônios que se auto denominam Legião( em que estão desde aquele que corrompeu Caim, ate o próprio anjo caído Lúcifer).
O filme gira em torno da possessão e das tentativas de exorcismo, e de um julgamento do mesmo, pois o padre que cuida de seu exorcismo insiste que se trata de possessão mas os médicos insistem que é um caso de loucura. O problema é que o tratamento que os médicos sugerem para a "loucura" dela, iria deixa-la ainda mais vulnerável a possessão. Então o padre vai a julgamento respondendo pelo destino da jovem garota...
Mais um filme de exorcismo e possessão demoníaca, mas que diferente de outros aposta no drama e nos fatos para se sustentar. Tem suas doses de susto, em particular a cena do celeiro... impagável!
  • A Mulher de Preto
Jovem pai e viúvo, advogado, que parte para um pequeno vilarejo, afim de cuidar de alguns papeis de uma antiga residencia.
Ao chegar ao vilarejo, depara-se com alguns casos estranhos de desaparecimentos e mortes, de crianças ao longa da historia.
Ate que enfim ele se vê perante a uma maldição antiga da qual não ha muitas esperanças de se salvar.
Filme com Daniel Radcliff(conhecido pela franquia Harry Potter) que estreou recentemente nos cinemas mundiais e tem tido ótimas criticas de publico e critica especializada. O ator esta muito bem no papel, apesar de ainda carregar o estigma de Harry nas costas, mas o filme tem belas imagens e um clima tenso do inicio ao fim. è o tipo de filme que você fica mudo e já se segurando com a mão na boca para não gritar. Ele extrapola e muito bem na técnica de sons e ruídos.. hora altos hora baixos... rende sustos e pulos...
  • A Hora do Pesadelo
Quem nunca tremeu de medo, apos ouvir sobre a lenda de Freddy Krugger? Ou depois de ouvir a ciranda das garotas pulando corda?
Pois é... 
Freddy entra em seus sonhos.. Ele se alimenta de seus medos, e vive de seus sonhos e pesadelos. Se você dormir, freddy estará lá para recebe-lo, com suas garras e humor sádico.
Não ha muito o que contar sobre A Hora do pesadelo, é assistir e temer cada cochilo que der a partir de então...
  • Brinquedo Assassino
Bandido, ladrão e assassino, que busca a vida eterna e conhecedor de magia negra.
Num surto de desespero, tenta transferir sua alma para o corpo de um menino, mas algo dá errado e ele acaba se apossando de um brinquedo popular da época.
Assim nasce Chuck O brinquedo assassino que ão descansara, ate conseguir o corpo do menino perfeito, para viver para sempre.
Chuck confesso que depois de tantas continuações ele esta mais na classificação de comedia que de qualquer outro gênero, porem o primeiro, é de assustar sim.. ele é muito bem feito, com algumas falas engraçadíssimos repletas de humor negro e sustos de fazer qualquer um engasgar com a pipoca...
é o tipo de filme que apos assistir, ninguém tem coragem de levantar para ir ao banheiro sozinho(e se o Chuck estiver a espreita embaixo da cama?)


  • O Sexto Sentido
Garoto que vê pessoas mortas. Não em formas de espíritos bonitinhos, mas os vê tal qual como morreram. Mas ele não aceita o "dom", não o entende e tem medo. E pior, é taxado de problemático por todos, o que o faz não ter uma boa relação com a mãe.
Ele se depara com vários espíritos violentos que o machucam...
Mas surge então Um psicologo que enfrenta seus próprios demônios pessoais, para ajuda-lo.
Um dos filmes com o final mais surpreendente de todos os tempos. arranca sustos ate dos mais corajosos. Um belo filme de suspense. Com a frase mais famosa do cinema : "eu vejo gente morta/ com que frequência?/ todo o tempo".
  • Os Outros
Nicole Kidman esta fantástica no papel de uma jovem mãe com dois filhos que tem fotofobia(doença rara de pele em que a pessoa não pode se manter muito tempo a exposição de luz), e com um marido que foi para a guerra, num casarão antigo, sozinha com seus empregados misteriosos.
Constantemente a casa é assolada por estranhos focos sobrenaturais, que vão se intensificando perigosamente, ate que é revelado um grande segredo...
O final desse filme é também algo surreal é inteligentíssimo. de arrepiar os ossos. E o medo que esse filme produz esta justamente na duvida que produz em nós: sera?
  • O Bebê de Rosemary (clássico do terror cinematográfico, em que Rosemary se depara com diferentes e assustadores eventos de terror, ao que tudo indica, relacionados com o bebe que carrega no ventre.)
  • Poltergeist – O Fenômeno( explicando e dando a sinopse não parece nada demais por isso vejam.. só vejam...)
  • Espíritos - A Morte Está ao seu Lado (versão oriental) - ( essa versão é infinitamente melhor que o remake americano. a sinopse é simples: jovem casal, se muda. Um deles é fotografo e começa a ver nas revelações de suas fotos a imagem de uma mulher. Ao que tudo indica uma pessoa morta. Ao investigar a origem da pessoa que aparece nas fotos, uma revelação maior do passado de ambos vem a tona, e o desfecho é de doer as costas e tremer as espinhas...)
  • Sinais ( um ataque em massa de extraterrestres a Terra, com estranhos símbolos deixados em plantações do mundo todo. O tom real que eles dão ao filme é surpreendente e aterrorizador)
  • A Chave Mestra - ( creio que esse é mais um que não adianta dar sinopse.. é assistir e se cagar de medo rs)

Socorro!!!! Socorro! Em silencio... grito mudo... Desesperado e sem forças para puxar o ar e respirar... Os caminhos parecem se fechar de no...

Socorro!!!! Socorro! Em silencio... grito mudo... Desesperado e sem forças para puxar o ar e respirar...
Os caminhos parecem se fechar de novo... Tudo parece pesar mais... Tudo parece demais.. a cruz novamente machuca... As farpas da madeira cravam na pele e acham os ossos... E neles se fecham e cutucam aumentando e aprofundando as feridas... As lembranças retornam e os sonhos se apagam... Os planos rasgam e tudo cai... Tudo espatifa... Afunda, afoga, se perde... Viram cinzas sem fênix alguma no seu interior... As lagrimas surgem... Como velhas conhecidas... Zombam-me no espelho...  Olho pro céu e tento de verdade enxergar alem da chuva acida... Das nuvens cinza... Das estrelas que amanhã já não existirão mais na minha visão... Pois podem ser apenas a luz... Do que já se foi há muito tempo...
As mãos ásperas e tremulas voltam a abraçar os próprios braços... Preocupações surgem e a sensação de não saber mais usar bussolas...
Sensação de impotência sem Viagra que resolva... Sensação de ser colocado em xeque sem saber o porquê deve-se continuar, pensar e levantar e criar estratégias se o bispo e o cavalo já se foram e as únicas torres acabam de ruir... Porque simplesmente não fugir... Fechar o tabuleiro..?
É uma luz que cega demais... É uma escuridão que assusta com palhaços a espreita... é não lembrar mais como se caminha... É estar vivo, mas não poder se movimentar é ver levarem seu corpo inanimado a beira do abismo... Sem que ninguém saiba que você grita por dentro e chora...
É ter que sorrir para não demonstrar o sangue escorrendo pelos poros... E silabas... É vontade de sair andando ou se esquecer em meio a uma escada qualquer sozinho...
É querer apenas deitar-se e dormir para sempre num sono sem sonhos ou pesadelos... No colo de alguém que não te questione, não pergunte, não julgue... Apenas esteja ali para abraçar e transmitir a sensação de proteção, mesmo que falsa e momentânea... Apenas estar ali... só ali.. Sem perguntas...
Igual à sensação de quando se tenta acordar de um sonho e não consegue... Ninguém lhe vê ou escuta... E às vezes é exatamente a vontade que se tem...
Vontade de quebrar pratos e copos como quem quebra a própria alma e cérebro em pedaços de porcelana frágil incapazes de conserto ou cola.
É um pedido de socorro que parece jamais deixar de ecoar... E jamais poder ser atendido...
É fé nula em si mesmo... São lagrimas digitadas do mesmo garoto qualquer... Socorro!


PS: não sou religioso, cristão ou evangélico, nem mesmo espirita.. não sei ainda em que, ou em quem eu creio... mas essa letra...nessa interpretação..por algum motivo é exatamente a "sensação" que.. enfim.. >> Sonda-me

Continuamente é dado o titulo de guerreiras as mulheres... Um titulo que muitas delas insistem em renegar, e outras em contra partida, insi...

Mulheres


Continuamente é dado o titulo de guerreiras as mulheres...
Um titulo que muitas delas insistem em renegar, e outras em contra partida, insistem em adotar sem discriminação alguma...
Fato é que a condição de ser uma mulher vai alem de estereótipos, escolha sexual ou mesmo órgão genital.
Ser mulher denota tão mais, é tão alem.
Parto do principio de que a feminilidade não esta ligado ao fato de ser mulher.
O que me faz repensar o dia em questão... Não a comemoração, a lembrança a honraria, mas sim; o modo como ele é visto, abordado e usado.
A mulher do dia de hoje, é sempre vista como a mãe, batalhadora, trabalhadora, que ama seu marido, mas tem força total para se defender se precisar, para defender seu filho, emprego sem perder a delicadeza que a faz ser mulher.
Mas isso é ser mulher?
E o que dizer daquelas mulheres nada femininas, que escolheram e nasceram amando outras mulheres, que não tem a mínima aptidão ou vontade para serem mães, não tem a mínima feminilidade (da maneira que conhecemos e estereotipamos – e isso não é regra), aquela que tem seus medos e nem sempre age com a coragem/força para conquistar e defender o que almeja? Elas não merecem as comemorações e a lembrança do dia de hoje? Não são exemplos? São menos mulheres?
Claro que não.
O dia de hoje, visa lembrar-se do que é ser mulher e de como essa “condição” sempre foi abusada e discriminada ao longo da nossa historia em sociedade.
O modo como por anos elas vem conquistando espaços, elas vem se reconhecendo e ajudando a conhecer o mundo. Como elas aparecem e desaparecem dentro de nós homens e de outras mulheres continuamente, às vezes sem percebermos, mas estão La.
Como existem mulheres homens, garotas /meninos que agem e são aquilo que são sem se importar com quem ou aquém os olhos apontarem.
São às mulheres que entendem que não é uma pasta de executiva, não é um útero preenchido e não é um baton que a faz ser o que é; mulher. Ha homens-mulheres e mulheres-homens também...

Mulher é composição.
É soma e adição.
É tempestade e calmaria...
É o Gitã que Raul sempre dizia...
Mulher são fases, e faces...
É céu e terra
– da poeira ao pó, da chuva em lagrimas.
E a luz da lua e o calor do sol
- É fraqueza e força anormal,
É coragem e delicadeza  é bondade e maldade banal.
É sim natureza, mas também é humanização.
É o diabo por ser diferente,
mas é Deus em sua capacidade de criação e adoração.
É fé e descrença...
é desejo e repulsa.
É problema e solução.
É diversão... Mas também é drama...
Um jogo de cartas com cartas marcadas...
Mulher é tudo e é nada...

São Maria’s e Madalena's, Carla’s, Priscila’s e Debora’s, Suellen’s e Nadia’s, Roseli’s, Simone’s e Jessica’s, são Heloisa’s, são Patrícia’s, e Gabriela’s, Leticia’s, Annette’s e Eliana’s, são Ana's, Cassia’s e Regina’s, Elis, Bethania e Madonna’s, são de fato Josefina’s e Clarice's e Amy’s e Vania’s, Diana's, Veronica's, Mariana's, Fernanda's, Angela's e Larissa's, Luiza's, Hermione's, Luna's, Minerva's, Lisbeth's e Joanne's, são patroas... São amantes, são amigas e irmãs... São consciências e juízas, são fotografas e editoras, roteiristas, cineastas e amadoras, são donas de casa, donas de mundos, jornalistas, advogadas... são damas e presidentes, secretarias, medicas e confidentes, são mães, são tias e primas, avós e avôs... São pais, são tios, são padrinhos e maridos. São diários e bíblias, são a agenda do caderno e aquele manual do consumidor... São nomes e letras e sofrimento também, são confusões... São ego... São elo... São zelo... São o que são... Por saberem ser e aceitarem ser... Mulheres.
Tem aquelas que levam homens a voltarem a serem meninos... E têm aquelas que fazem garotas se tornarem mulheres também...
E há aquelas as quais eu não vivo sem... Aquelas ao qual me apoio e me levantam também...
Aquelas que na musica, nas artes em casa e na rua... Me fazem bem... Me mostram meu lado mulher que todo homem e ser humano; Ser vivo; tem... São aquelas que me dão medo e coragem também...
E é por elas e pra elas que dedico esse post...
As mulheres. A essas Mulheres: Feliz dia de hoje.
Os: sem data o post... Para que possa ser lido pelas mesmas...
Quando quiserem... Todos os dias...

  Passa o tempo tão depressa que me pego pensando onde vamos parar. Os carros, com suas buzinas a cada dia mais altas e, no entanto sem som...

Cotidiando


 Passa o tempo tão depressa que me pego pensando onde vamos parar.
Os carros, com suas buzinas a cada dia mais altas e, no entanto sem som algum... Nossos ouvidos já não são mais como antigamente... Hoje não se ouve nada, só se escuta...
Os olhos na poeira que levanta do asfalta quente, as gélidas poças d água no caminho, entre a escola, o trabalho, a faculdade, o curso, a academia, o cinema, o teatro, o show, as rodas de arte, os saraus, o consultório medico, o veterinário e o dentista, o metrô, o ponto de ônibus e a estação de trem, o aeroporto, o mercado e o cabeleireiro, o banco e a agencia de modelos...
Tantas idas e vindas de um cotidiano, seco, amargo, complexo, intenso, confuso e angustiante – desgastante.
E é então que as pequenas coisas, os pequenos prazeres, chocolate e brigadeiro, pipoca com manteiga e queijo, um filme no fim de tarde ou aquela serie, aquela musica, aquele copo de refrigerante, denotam felicidades instantâneas de minutos ou segundos... De total satisfação, seguidas de frustrações incapazes de se sustentar por muito tempo. Logo o sinal passa do vermelho pro verde e tudo inicia outra vez.
Mais carros, mais caminhões e bagunça... Bicicletas e xingos ao vento. Brigas e discussões. Pessoas estressadas no limite da razão e da loucura. Onde os sonhos não são mais lembrados ou são loucos, onde cada segundo de paz, sossego e tranqüila, de sono e descanso são raros... Já não há mais vagabundos como antigamente.
Todos somos moradores de rua, não saímos dela. Cada teto que passamos é um lar, já não há o doce... Apenas o lar. Que hora é na estrada, hora é nos trilhos do metro. Passamos cada momento da vida fora e nunca dentro. Seja de casa, do apartamento, ou de nossa própria casca, pele...
Renovando a cada dia, nos transformando em arremedos do que no passado ou no ontem imaginávamos sermos amanhã e hoje. Os planos são inversos e se adéquam a cada hora. Passo a passo. O calendário são ponteiros de um relógio que hoje se chama vida cotidiana.
Não há um ciclo a ser coberto... E nem folhinha jogada fora... Nada se repete, mas é constantemente igual.
Deja vus em toda parte... Todos somos um pouco profetas... Não há tempo para nada e precisa-se de tempo para tudo.
A fé aumenta no instante em que nos vemos e sentimos a beira do precipício. Para uns é o momento exato de sair e lutar, para outros o momento certeiro para se acolher e rezar, para muitos é o momento de ligar o foda-se e seja o que for, custe o que custar... Não há importância... Outros mais desistem e se vão a cada nota musical silenciada...
São tempos de guerra, guerra ao terror... São tempos de avatares calcados no calor e miséria, de pensamentos controversos e ideologias inversas... São Titanic’s, afundando em seu próprio casco... Não mais um iceberg...
É o cão, o gato e o rato... Ambos correndo... Ambos com medo da tela da TV, da tela do PC da tela de exibição, da tela do celular... Da tela espelhada refletindo o inimigo maior, há tempos conhecido e sabido, mas nunca aceito e combatido.
São tecnologias superando organismos... E relacionamentos se provando a toda prova...
Não é fácil ser e estar num cotidiano...
Porque nada mais é como antigamente... Na mente de quem sente rente, quente, e mente... O antigo se tornando novo... O futuro mudando de nome com o presente...
Na rua, La fora ou na frente de alguma maquina qualquer... O sinal trava no amarelo, de atenção e incertezas, como num pisca-pisca incessantemente dizendo: “Cotidiando...”
E assim a vida segue... Feitos ratos na roda, feitos coelhos de relógio de pulso quebrados, feito humanos... Pra sempre (?)
Cotidiando... cotidiando... cotidiando....

*Foto by Simone Lins
Will Augusto. Tecnologia do Blogger.

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Aquilo Tudo que posta no Facebook e mais tantos mistérios que nem mesmo o espelho ou o mundo dos sonhos foi capaz - ainda - de descobrir.